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DP Doméstico

DESENVOLVA SUA EMPRESA

Desenvolver a empresa é uma ação permanente. Veja a seguir o que você pode fazer para que sua empresa se desenvolva e seja mais competitiva.

A empresa eficiente é aquela capaz de gerar resultados para os proprietários, funcionários, clientes, fornecedores e sociedade, exercendo a capacidade de mudança necessária à sua manutenção num mercado cada vez mais competitivo.
Essa empresa deve manter-se atenta às inovações, à incorporação de novos conhecimentos e ao aperfeiçoamento contínuo de seus processos de trabalho.

Resultados Positivos
Uma empresa garante a sua continuidade quando cumpre sua missão de forma a atingir a eficácia empresarial envolvendo as questões de curto prazo (produção, eficiência e satisfação) e de longo prazo (capacidade de adaptar-se às mudanças e desenvolvimento contínuo).
A habilidade e a capacidade gerencial dos gestores é justamente fazer com que a empresa gere resultados suficientes para que ela sobreviva e cresça de forma contínua. O sucesso e a continuidade de qualquer empresa dependem dos resultados positivos (lucro) que as mesmas possam gerar durante as suas atividades operacionais.
Mas não basta apresentar resultados positivos a cada período encerrado. A qualidade do resultado apresentado, ou seja, o lucro obtido, deverá ser suficiente não só para manter a empresa, mas também para fazê-la crescer, ser competitiva e trazer para seus investidores os resultados desejáveis. Uma empresa garante a sua continuidade quando cumpre sua missão de forma a atingir a eficácia empresarial envolvendo as questões de curto prazo (produção, eficiência e satisfação) e de longo prazo (capacidade de adaptar-se às mudanças e desenvolvimento contínuo).
A habilidade e a capacidade gerencial dos gestores é justamente fazer com que a empresa gere resultados suficientes para que ela sobreviva e cresça de forma contínua. O sucesso e a continuidade de qualquer empresa dependem dos resultados positivos (lucro) que as mesmas possam gerar durante as suas atividades operacionais.
Mas não basta apresentar resultados positivos a cada período encerrado. A qualidade do resultado apresentado, ou seja, o lucro obtido, deverá ser suficiente não só para manter a empresa, mas também para fazê-la crescer, ser competitiva e trazer para seus investidores os resultados desejáveis.

Lucro, lucratividade e rentabilidade
Lucro - Sendo conceituado de uma forma simplificada, nada mais é do que o resultado positivo deduzido das vendas os custos e despesas.
Lucratividade - É a relação do valor do lucro com o montante de vendas, ou seja, divide-se o valor do lucro pelo volume de vendas (lucro líquido/vendas).
Rentabilidade - Refere-se ao resultado que possibilita a análise do retorno sobre o investimento realizado na empresa.
O lucro, portanto, é a base para a análise das decisões de investimentos.
A primeira pergunta que se faz é qual o lucro ideal?
É obvio que quanto maior, melhor! Entretanto, o retorno de investimento é uma recompensa equivalente a todo o investimento e não apenas aos lucros gerados nos períodos iniciais, ou de um período específico.
Um investimento pode proporcionar altas taxas de lucros em determinados períodos, e até prejuízos em outros; neste caso deve prevalecer o retorno médio obtido no período considerado.
Para os pequenos negócios é importante que os lucros gerados sejam equivalentes a 3% ao mês em média do valor dos investimentos próprios. Com relação à lucratividade (lucros sobre as vendas) para as micros e pequenas empresas ela varia entre torno de 5% a 10% para indústria e comércio. No caso de prestadoras de serviços ficam em torno de 15% a 20%. Para análise correta da lucratividade, as considerações são as seguintes: quanto maior, melhor para a empresa; a mesma deverá ser comparada com média do setor em que a empresa atua; e deverá atender a expectativa do empreendedor.
Normalmente os lucros gerados por uma empresa revelam três situações distintas:
-Podem estar gerando recursos insuficientes para manter a empresa;
-Podem estar gerando recursos mínimos para manter a sua sobrevivência;
-Podem estar gerando recursos para empresa sobreviver e crescer.
Uma empresa que esteja gerando recursos para sobreviver e crescer, deve observar o seguinte:
-Normalmente tem fluxo de caixa positivo;
-Obtém ganho financeiro;
-Investe recursos na atualização do seu imobilizado; procura manter seus funcionários treinados e atualizados;
-Investe recursos constantemente em marketing;
-Gera recursos para manter o capital de giro e proporcionar o retorno desejado pelos investidores.
Concluindo:
Toda empresa necessita gerar lucros para sobreviver e crescer. Todo empreendedor, quando aplica os seus recursos financeiros em qualquer negócio, tem expectativa de obter retorno o mais rapidamente possível e com segurança. E para que isto aconteça é preciso a empresa apresentar não somente resultados positivos quantitativos, mas também resultados positivos qualitativos.
Lucro - Sendo conceituado de uma forma simplificada, nada mais é do que o resultado positivo deduzido das vendas os custos e despesas.
Lucratividade - É a relação do valor do lucro com o montante de vendas, ou seja, divide-se o valor do lucro pelo volume de vendas (lucro líquido/vendas).
Rentabilidade - Refere-se ao resultado que possibilita a análise do retorno sobre o investimento realizado na empresa.
O lucro, portanto, é a base para a análise das decisões de investimentos.
A primeira pergunta que se faz é qual o lucro ideal?
É obvio que quanto maior, melhor! Entretanto, o retorno de investimento é uma recompensa equivalente a todo o investimento e não apenas aos lucros gerados nos períodos iniciais, ou de um período específico.
Um investimento pode proporcionar altas taxas de lucros em determinados períodos, e até prejuízos em outros; neste caso deve prevalecer o retorno médio obtido no período considerado.
Para os pequenos negócios é importante que os lucros gerados sejam equivalentes a 3% ao mês em média do valor dos investimentos próprios.
Com relação à lucratividade (lucros sobre as vendas) para as micros e pequenas empresas ela varia entre torno de 5% a 10% para indústria e comércio. No caso de prestadoras de serviços ficam em torno de 15% a 20%. Para análise correta da lucratividade, as considerações são as seguintes: quanto maior, melhor para a empresa; a mesma deverá ser comparada com média do setor em que a empresa atua; e deverá atender a expectativa do empreendedor.
Normalmente os lucros gerados por uma empresa revelam três situações distintas:
-Podem estar gerando recursos insuficientes para manter a empresa;
-Podem estar gerando recursos mínimos para manter a sua sobrevivência;
-Podem estar gerando recursos para empresa sobreviver e crescer.
Uma empresa que esteja gerando recursos para sobreviver e crescer, deve observar o seguinte:
-Normalmente tem fluxo de caixa positivo;
-Obtém ganho financeiro;
-Investe recursos na atualização do seu imobilizado; procura manter seus funcionários treinados e atualizados;
-Investe recursos constantemente em marketing;
-Gera recursos para manter o capital de giro e proporcionar o retorno desejado pelos investidores.
Concluindo:
Toda empresa necessita gerar lucros para sobreviver e crescer. Todo empreendedor, quando aplica os seus recursos financeiros em qualquer negócio, tem expectativa de obter retorno o mais rapidamente possível e com segurança. E para que isto aconteça é preciso a empresa apresentar não somente resultados positivos quantitativos, mas também resultados positivos qualitativos.

Controle da Inadimplência
Regras preventivas para reduzir a inadimplência
• Exigir a apresentação de documentos pessoais (R.G. e CPF, confirmando a assinatura que consta nos mesmos);
• Não aceitar que o cliente diga o número do R.G. e CPF, mas sim solicitar a apresentação dos documentos na hora da compra à vista (se for paga com cheque) ou parcelada;
• Solicitar comprovante de residência (contas de água, luz, telefone etc.);
• Requerer comprovante de renda (recibo de pagamento, declaração de imposto de renda, carteira de trabalho);
• Efetuar a confirmação de dados do cliente por telefone fixo (confirmação de residência, de emprego ou de uma referência);
• Consulta ao SPC - Serviço de Proteção ao Crédito -, SERASA, telecheque, entre outros;
• Quando se tratar de cliente antigo, atualizar sempre os dados cadastrais, mantendo a confirmação por telefone;
• Trabalhar com cartões de crédito e de débito, pois as taxas cobradas pelas administradoras são compensadas pela garantia de recebimento dos valores. Há uma forte tendência no mercado para a popularização do cartão de débito;
• As contas bancárias recém-abertas apresentam um alto índice de inadimplência. Por lei, o comerciante somente poderá recusar-se a receber pagamentos por meio de cheques ou fazer qualquer outra restrição, se fixar cartaz visível, com as informações ao cliente, como por exemplo: “Só aceitamos cheques mediante apresentação de CPF e RG e mediante consulta. Não aceitamos cheques de terceiro etc.”;
• Nenhum estabelecimento é obrigado a aceitar cheques, mas deverá informar de forma clara ao consumidor que: “Não aceitamos pagamento em cheque ou cartão”.
Atenção: Cuidado com o golpe do cheque falso, quando não se trata de inadimplência, mas crime de falsificação. Neste caso, o consumidor que teve seu cheque falsificado não tem culpa, a instituição bancária também não e o prejuízo acaba ficando com o empresário. Para que os falsários não tenham acesso a cadastros comerciais, sugerimos então que o empresário mantenha os dados pessoais dos consumidores em cadastro próprio e não no verso do cheque.
Outra alternativa é a implantação de um sistema de cartão próprio, que também é uma das formas de adquirir a fidelidade do cliente dando-lhe crédito e alavancando as vendas.

Controles financeiros
Os controles financeiros são os instrumentos que permitem ao administrador financeiro planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para um determinado período.
Veja exemplos de controles financeiros:

É de vital importância, pois através dos registros feitos, pode-se conhecer a origem e o destino de todo o dinheiro movimentado pela empresa diariamente, ou seja, sua própria história.
Controle de bancos
Sua finalidade é registrar as entradas e saídas de valores na conta bancária da empresa, permitindo o controle atualizado do seu saldo.
Controle de contas a receber
Possibilita o conhecimento dos seguintes pontos:
-Montante dos valores a receber;
-Contas vencidas e a vencer;
-Clientes que não pagam em dia;
-Como programar suas cobranças.
Controle de contas a pagar
Possibilita que o empresário fique permanentemente informado sobre:
-Vencimento dos compromissos;
-Como estabelecer prioridades de pagamento;
-Montante dos valores a pagar.
Fluxo de caixa
Projeção das entradas e saídas de recursos financeiros para determinado período, visando prever a necessidade de captar empréstimos ou aplicar excedentes de caixa nas operações mais rentáveis.
Objetivos:
-Proporcionar o levantamento de recursos financeiros necessários às operações econômico-financeiras da empresa;
-Utilizar, da melhor forma possível, os recursos financeiros disponíveis na empresa para que estes não fiquem ociosos, estudando, antecipadamente, a melhor aplicação, o tempo e a segurança dos mesmos;
-Saldar as obrigações da empresa nas datas de vencimento;
-Analisar as fontes de crédito que proporcionam empréstimos menos onerosos, em caso de a empresa necessitar de recursos;
-Desenvolver, na empresa, o controle dos saldos de caixa e dos créditos a receber;
-Buscar o perfeito equilíbrio entre ingressos e desembolsos de caixa da empresa;
-Manter a empresa em permanente situação de solvência.
Os controles financeiros são os instrumentos que permitem ao administrador financeiro planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para um determinado período.
Veja exemplos de controles financeiros:
Controle de caixa
É de vital importância, pois através dos registros feitos, pode-se conhecer a origem e o destino de todo o dinheiro movimentado pela empresa diariamente, ou seja, sua própria história.
Controle de bancos
Sua finalidade é registrar as entradas e saídas de valores na conta bancária da empresa, permitindo o controle atualizado do seu saldo.
Controle de contas a receber
Possibilita o conhecimento dos seguintes pontos:
-Montante dos valores a receber;
-Contas vencidas e a vencer;
-Clientes que não pagam em dia;
-Como programar suas cobranças.
Controle de contas a pagar
Possibilita que o empresário fique permanentemente informado sobre:
-Vencimento dos compromissos;
-Como estabelecer prioridades de pagamento;
-Montante dos valores a pagar.
Fluxo de caixa
Projeção das entradas e saídas de recursos financeiros para determinado período, visando prever a necessidade de captar empréstimos ou aplicar excedentes de caixa nas operações mais rentáveis.
Objetivos:
-Proporcionar o levantamento de recursos financeiros necessários às operações econômico-financeiras da empresa;
-Utilizar, da melhor forma possível, os recursos financeiros disponíveis na empresa para que estes não fiquem ociosos, estudando, antecipadamente, a melhor aplicação, o tempo e a segurança dos mesmos;
-Saldar as obrigações da empresa nas datas de vencimento;
-Analisar as fontes de crédito que proporcionam empréstimos menos onerosos, em caso de a empresa necessitar de recursos;
-Desenvolver, na empresa, o controle dos saldos de caixa e dos créditos a receber;
-Buscar o perfeito equilíbrio entre ingressos e desembolsos de caixa da empresa;
-Manter a empresa em permanente situação de solvência.

Custos
Todas as empresas, independentemente da área de atuação (comércio, indústria ou serviços), possuem gastos. Estes gastos se subdividem genericamente em custos, despesas variáveis e despesas fixas. A análise destes gastos se faz necessária para a apuração correta de sua lucratividade e também para o gerenciamento financeiro mais eficiente.
Custos do produto
Os custos referem-se aos gastos efetuados com materiais e insumos (na produção do bem, no caso da indústria), aquisição do produto (no caso do comércio) ou realização dos serviços.
Despesas variáveis
São aquelas que variam proporcionalmente ao volume produzido ou ao volume vendido, ou seja, só haverá despesa se houver venda ou unidades produzidas. Exemplo: comissões sobre vendas, impostos.
Despesas fixas
São aquelas cujo total não varia proporcionalmente ao volume produzido (na indústria), ou ao volume de vendas (comércio e serviço), ou seja, existem despesas a serem pagas independente da quantidade produzida ou do valor de vendas. Exemplo: aluguel, honorários de contador, seguro da empresa, salário dos funcionários, entre outros.
Estrutura de resultados
Trata-se de uma ferramenta utilizada para realizar uma análise econômica da empresa e apurar o lucro operacional por determinado período. A Estrutura de Resultados é composta pelas vendas totais, custos, despesas variáveis, despesas fixas, permitindo determinar a margem de contribuição, ponto de equilíbrio e lucro operacional.
Margem de contribuição
É a diferença entre a Receita Total (Vendas) da empresa menos os seus Custos e Despesas Variáveis. Podemos entender ainda, que a margem de contribuição é a parcela da receita total que ultrapassa os custos e despesas variáveis e que contribuirá para cobrir as despesas fixas e, ainda, formar o lucro.
MC = RT - (C + DV)
Onde,
MC= margem contribuição
RT = receita total
C = custos
DV = despesas variáveis
Ponto de equilíbrio
É o valor das vendas que permite a cobertura dos gastos totais (custos, despesas fixas e despesas variáveis). Neste ponto, os gastos são iguais à receita total da empresa, ou seja, a empresa não apresenta lucro nem prejuízo.
Normalmente fazemos as seguintes perguntas:
- Quanto terei que faturar para conseguir pagar os meus custos, despesas fixas e variáveis?
- Quais as quantidades que terei que produzir/vender para poder ter lucro?
O ponto de equilíbrio é que vai definir e esclarecer essas dúvidas.
Temos duas formas de determinar o ponto de equilíbrio:
1- Através do volume de vendas;
PE = (DF/MC)X VT
Onde,
VT = Vendas totais
PE = ponto de equilíbrio
DF = Despesas fixas
MC = Margem de contribuição
2- Ponto de Equilíbrio Unidades Produzidas:
PE = (DF x VT)/[PV unit - (Cunit+DV unit)]
Onde,
VT = Vendas totais
PE = Ponto de equilíbrio
DF = Despesas fixas
PV unit = Preço de venda unitário do produto
C unit = Custo unitário do produto
DV unit = Despesa variável unitária

Pontos vitais de um negócio
Quando algum negócio está obtendo resultados financeiros insatisfatórios, como a falta de caixa para o cumprimento das suas obrigações com fornecedores, tributos etc, a maioria dos empresários coloca em prática algumas ações de alto risco empresarial, como:
- Redução violenta do preço de venda
- Demissão de funcionários
- Troca de imóvel em função do valor do aluguel
- Empréstimos de toda a ordem
Essas medidas podem arrastar a empresa para a zona de perigo máximo, que pode ser representada pelos seguintes itens:
- Endividamento incontrolável
- Fluxo de caixa incompatível com o demonstrativo de resultados, em função de empréstimos realizados repetidamente e sem controle
- Perda constante de clientes devido ao atendimento prejudicado e sem qualidade, formando ainda a nuvem negra do desespero que acompanha todos os tripulantes do barco–empresa, que poderá ser tragado de forma violenta para o centro do redemoinho da falência.
Um dos principais fatores para a entrada no redemoinho é o desconhecimento parcial ou total dos custos empresariais, fixos e variáveis, que acabam por afetar a elaboração dos preços de vendas dos serviços e produtos oferecidos ao mercado, em função principalmente de dois fatores:
1 - Os diversos vícios de gestão que impedem o cálculo das despesas de comercialização da organização, como o da aplicação do multiplicador mágico (custo R$2,00 X 2 (multiplicador) = R$ 4,00 de preço de venda), assim possibilitando o surgimento de diversas incógnitas vitais ao negócio, por exemplo o percentual de margem de lucro .
2 - A visão restrita dos preços de venda praticados pelos concorrentes.
Para iniciar os ajustes administrativos e financeiros necessários à salvação da empresa, o empresário deve antes de qualquer coisa posicionar o seu negócio em uma destas fases de risco empresarial, apresentadas abaixo:
Parâmetro Risco – Baixo Risco – Médio Risco – Alto Sem Risco
Demonstrativo de Resultados + - - +
Fluxo de Caixa - + - +
Risco-Baixo: ajustar o fluxo de caixa, pois provavelmente as despesas e receitas estão posicionadas em períodos distintos, prejudicando a possibilidade dos pagamentos.
Risco-Médio: apesar de existir dinheiro em caixa a empresa está com o lucro negativo, esta situação não deve permanecer por muito tempo. Provavelmente os preços de venda estão sendo elaborados de forma errada, ou os custos estão além da realidade atual da empresa.
Risco-Alto: a empresa tem os problemas citados nos dois casos anteriores, e provavelmente somado a eles o endividamento crescente e os descontroles generalizados administrativos e financeiros.
Sem-Risco: a empresa está controlada e provavelmente seus preços de venda estão adequados à realidade do negócio.
Como sair do redemoinho da falência, sem prejudicar ainda mais o negócio?
Através da implementação de 5 pontos vitais e estratégicos o gestor tem a oportunidade de conduzir a sua empresa ao sucesso.
1. Realizar os controles físicos e financeiros dos três parâmetros básicos:
a. Estoque.
b. Cadastro de produtos, clientes e fornecedores.
c. Fluxo de caixa quinzenal e demonstrativo de resultados mensal
2. Controlar os custos fixos e os custos das mercadorias vendidas mensalmente.
3. Formar o preço de venda através de um procedimento adequado:
a. Obter o custo real do produto adquirido.
b. Conhecer os percentuais de composição do índice de comercialização referentes a empresa, que são: impostos (Simples, ISS etc.), comissões, % do custo fixo (obtido através da relação: custo fixo pelo faturamento médio mensal) e a margem de lucro para o produto.
c. Somar todos os índices, subtrair de 100% e dividir por 100, assim será encontrado o índice.
Ex.:
(3% + 5% + 15% + 20%) = 43%
(100%-43%) = 57%
(57 / 100) = 0,57 (índice para 20% de margem de lucro).

d. Para obter o preço de venda, divida o custo pelo resultado do item “c”.
Ex.:
(Custo= R$ 2,00)
PV = Custo / Índice
PV= 2,00 / 0,57
PV= 3,77
o gestor reconhece a margem de lucro de R$ 0,75 (20%).
4. Controlar o faturamento mensal.
5. Controlar o lucro líquido mensal.
Portanto, evite os riscos empresariais agindo de forma empreendedora e organizada para atingir o sucesso no mercado, procurando acompanhar de perto e periodicamente os 5 pontos vitais e estratégicos do seu negócio.
Quando algum negócio está obtendo resultados financeiros insatisfatórios, como a falta de caixa para o cumprimento das suas obrigações com fornecedores, tributos etc, a maioria dos empresários coloca em prática algumas ações de alto risco empresarial, como:
- Redução violenta do preço de venda
- Demissão de funcionários
- Troca de imóvel em função do valor do aluguel
- Empréstimos de toda a ordem
Essas medidas podem arrastar a empresa para a zona de perigo máximo, que pode ser representada pelos seguintes itens:
- Endividamento incontrolável
- Fluxo de caixa incompatível com o demonstrativo de resultados, em função de empréstimos realizados repetidamente e sem controle
- Perda constante de clientes devido ao atendimento prejudicado e sem qualidade, formando ainda a nuvem negra do desespero que acompanha todos os tripulantes do barco–empresa, que poderá ser tragado de forma violenta para o centro do redemoinho da falência.
Um dos principais fatores para a entrada no redemoinho é o desconhecimento parcial ou total dos custos empresariais, fixos e variáveis, que acabam por afetar a elaboração dos preços de vendas dos serviços e produtos oferecidos ao mercado, em função principalmente de dois fatores:
1 - Os diversos vícios de gestão que impedem o cálculo das despesas de comercialização da organização, como o da aplicação do multiplicador mágico (custo R$2,00 X 2 (multiplicador) = R$ 4,00 de preço de venda), assim possibilitando o surgimento de diversas incógnitas vitais ao negócio, por exemplo o percentual de margem de lucro .
2 - A visão restrita dos preços de venda praticados pelos concorrentes.
Para iniciar os ajustes administrativos e financeiros necessários à salvação da empresa, o empresário deve antes de qualquer coisa posicionar o seu negócio em uma destas fases de risco empresarial, apresentadas abaixo:
Parâmetro Risco – Baixo Risco – Médio Risco – Alto Sem Risco
Demonstrativo de Resultados + - - +
Fluxo de Caixa - + - +
Risco-Baixo: ajustar o fluxo de caixa, pois provavelmente as despesas e receitas estão posicionadas em períodos distintos, prejudicando a possibilidade dos pagamentos.
Risco-Médio: apesar de existir dinheiro em caixa a empresa está com o lucro negativo, esta situação não deve permanecer por muito tempo. Provavelmente os preços de venda estão sendo elaborados de forma errada, ou os custos estão além da realidade atual da empresa.
Risco-Alto: a empresa tem os problemas citados nos dois casos anteriores, e provavelmente somado a eles o endividamento crescente e os descontroles generalizados administrativos e financeiros.
Sem-Risco: a empresa está controlada e provavelmente seus preços de venda estão adequados à realidade do negócio.
Como sair do redemoinho da falência, sem prejudicar ainda mais o negócio?
Através da implementação de 5 pontos vitais e estratégicos o gestor tem a oportunidade de conduzir a sua empresa ao sucesso.
1. Realizar os controles físicos e financeiros dos três parâmetros básicos:
a. Estoque.
b. Cadastro de produtos, clientes e fornecedores.
c. Fluxo de caixa quinzenal e demonstrativo de resultados mensal
2. Controlar os custos fixos e os custos das mercadorias vendidas mensalmente.
3. Formar o preço de venda através de um procedimento adequado:
a. Obter o custo real do produto adquirido.
b. Conhecer os percentuais de composição do índice de comercialização referentes a empresa, que são: impostos (Simples, ISS etc.), comissões, % do custo fixo (obtido através da relação: custo fixo pelo faturamento médio mensal) e a margem de lucro para o produto.
c. Somar todos os índices, subtrair de 100% e dividir por 100, assim será encontrado o índice.
Ex.:
(3% + 5% + 15% + 20%) = 43%
(100%-43%) = 57%
(57 / 100) = 0,57 (índice para 20% de margem de lucro).
d. Para obter o preço de venda, divida o custo pelo resultado do item “c”.
Ex.:
(Custo= R$ 2,00)
PV = Custo / Índice
PV= 2,00 / 0,57
PV= 3,77
o gestor reconhece a margem de lucro de R$ 0,75 (20%).
4. Controlar o faturamento mensal.
5. Controlar o lucro líquido mensal.
Portanto, evite os riscos empresariais agindo de forma empreendedora e organizada para atingir o sucesso no mercado, procurando acompanhar de perto e periodicamente os 5 pontos vitais e estratégicos do seu negócio.

Volta
(51) 3627-3335
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